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Mostrando postagens com o rótulo valores

Você faz toda a diferença

Uma professora de determinado colégio decidiu homenagear cada um dos seus formandos dizendo-lhes da diferença que tinham feito em sua vida de mestra. Chamou um de cada vez para frente da classe. Começou dizendo a cada um a diferença que tinham feito para ela e para os outros da turma. Então deu a cada um uma fita azul, gravada com letras douradas que diziam: "Quem Eu Sou Faz a Diferença". Mais adiante, resolveu propor um Projeto para a turma, para que pudessem ver o impacto que o reconhecimento positivo pode ter sobre uma comunidade. Deu aos alunos mais três fitas azuis para cada um, com os mesmos dizeres, e os orientou a entregarem as fitas para as pessoas de seu conhecimento que achavam que desempenhavam um papel diferente. Mas que deveriam poder acompanhar os resultados para ver quem homenagearia quem, e informar esses resultados à classe ao fim de uma semana. Um dos rapazes procurou um executivo iniciante em uma empresa próxima, e o homenageou por tê-lo ajud

Heróis da resistência

"Meu único desejo, meu tema musical, meu diamante é a educação". Rubem Alves Antigamente, quando se falava em determinadas profissões, acontecia automaticamente uma analogia com os heróis, pois tinham uma representatividade das atitudes corretas e dos comportamentos morais a serem observados e seguidos. Um dos primeiros heróis, simbolicamente,  que temos contato é o professor. Mas é fundamental fazer uma viagem no tempo para que se fale um pouquinho a esse respeito. Os professores simbolizavam, em outros tempos,  a figura de grande autoridade,  detentores do conhecimento. Através dos professores iniciávamos nossa entrada em um novo mundo. Era aquele primeiro momento de sair de nosso "mundinho" restrito ao contexto familiar e penetrar no conhecimento mais amplo. Os professores tinham autoridade. Se ficassem bravos, quando assim fosse necessário, os alunos se calavam e ficavam quietinhos, pois havia respeito. Naquela época não era incomum as criança

VALORES - imposições e escolhas

Houve uma época na qual os educados senhores abriam a porta de seus carros para que a dama pudesse entrar. Os homens eram gentis. Houve época na qual os gentis senhores levantavam-se da cadeira, assim que sua dama chegasse ou saísse da mesa. Os homens eram polidos. Houve um momento, na história do ser humano, na qual a polidez era característica primordial da espécie. Naquela época se falava: “bom dia”, “boa tarde”, “boa noite”, “como vai”, “tenha um belo dia”, “prazer em conhecê-lo(a)”, “por favor”, “obrigado”. Naquela época também as damas sabiam ser valorizadas por sua graciosidade e discrição. Também nessa época, a sexualidade era algo exclusivamente pertencente àquela pessoa, sem necessidade de propagandas ou alusões à promiscuidade. Obviamente, mesmo naquela e em tantas outras épocas, havia a deselegância, a desonestidade e todo tipo de atitude associada ao caráter individual. Entretanto, o pior cenário contemporâneo não é a encenação de tantos atos insanos e de t

Cuida do Mais Importante

Era uma vez o jovem que recebeu do rei a tarefa de levar uma mensagem e alguns diamantes a um outro rei de uma terra distante. Recebeu também o melhor cavalo do reino para levá-lo na jornada. - Cuida do mais importante e cumprirás a missão! - disse o soberano ao se despedir. Assim, o jovem preparou o seu alforje, escondeu a mensagem na bainha da calça e colocou as pedras numa bolsa de couro amarrada a cintura, sob as vestes. Pela manhã, bem cedo, sumiu no horizonte. E não pensava sequer em falhar. Queria que todo o reino soubesse que era um nobre e valente rapaz, pronto para desposar a princesa. Aliás, esse era o seu sonho e parecia que a princesa correspondia às suas esperanças. Para cumprir rapidamente sua tarefa, por vezes deixava a estrada e pegava atalhos que sacrificavam sua montaria. Assim, exigia o máximo do animal. Quando parava em uma estalagem, deixava o cavalo ao relento, não lhe aliviava da sela e nem da carga, tampouco se preocupava em dar-lhe de beber ou providencia

Seus valores

Um avarento tinha enterrado seu pote de ouro num lugar secreto do seu jardim. E todos os dias, antes de ir dormir, ele ia até o ponto, desenterrava o pote e contava cada moeda de ouro para ver se estava tudo lá. Ele fez tantas viagens ao local que um ladrão, que já o observava há bastante tempo, curioso para saber o que o avarento estava escondendo, veio uma noite, e sorrateiramente desenterrou o tesouro levando-o consigo. Quando o Avarento descobriu sua grande perda, foi tomado de aflição e desespero. Ele gemia e chorava enquanto puxava seus cabelos. Alguém que passava pelo local, ao escutar seus lamentos, quis saber o que acontecera. “Meu ouro! Todo meu ouro!” chorava inconsolável o avarento, “alguém o roubou de mim!” “Seu ouro! Ele estava nesse buraco? Por que você o colocou aí? Por que não o deixou num lugar seguro, como dentro de casa, onde poderia mais facilmente pegá-lo quando precisasse comprar alguma coisa?” “Comprar!” exclamou furioso o avarento. “Você não sabe o que diz! Ora

Valores

Um velho sábio chinês estava caminhando por um campo de neve, quando viu uma mulher chorando. Dirigiu-se a ela e perguntou : -- Porque choras ? -- Porque me lembro do passado, da minha juventude, da beleza que via no espelho... Deus foi cruel comigo por me fazer lembrar. Ele sabia que, ao recordar a primavera da minha vida, eu sofreria e acabaria chorando. O sábio, então, em silêncio ficou contemplando o campo de neve, com o olhar fixo em determinado ponto... A mulher, intrigada com aquela atitude, parou de chorar e perguntou : -- O que estás vendo aí ? -- Eu vejo um campo florido, disse o sábio.  Deus foi generoso comigo por me fazer lembrar. Ele sabia que, no inverno, eu poderia sempre recordar a primavera e sorrir.