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Sexualidade e curiosidades

Sinos dos ventos. 79 d.C. Pompéia. Museu Arqueológico Nacional. Nápoles. O imaginário masculino e feminino é repleto de conceitos e definições acerca do que é "certo ou errado", "normal ou anormal", "moral ou imoral", "aceitável ou condenável" quando o assunto é sexo. Fatores culturais, religiosos e familiares influenciam o modo como determinada sociedade e seus integrantes entendem e praticam sua sexualidade. Quanto mais rígida uma sociedade em relação ao sexo, menor oportunidade há para se discutir de forma mais espontânea este assunto e maior o número de indivíduos com dúvidas e preconceitos que atrapalham, de forma direta, uma prática sexual satisfatória. Abaixo, encontramos alguns "mitos" que ainda são muito comuns em nossa sociedade: "O homem está sempre querendo e pronto para o sexo" "O sexo deve ocorrer apenas (ou principalmente) por iniciativa do homem" "Mulher que toma iniciativa sexual é imoral&qu

Sexo e hormônios

Paz depois do sexo O sexo é, obviamente, uma atividade altamente estimulante - o que é bem diferente do período de tranqüilidade e bem-estar que costuma se seguir ao orgasmo. Um estudo publicado em outubro de 2007 na revista PNAS mostra que, ao menos em ratos, o efeito ansiolítico do sexo pode ser atribuído à liberação do hormônio ocitocina pelo hipotálamo e sua ação sobre o cérebro. Sob os efeitos da ocitocina, ratos que acabaram de ter relações sexuais ficam menos ansiosos e mais dispostos a correr riscos por várias horas. O estudo confirma que a ocitocina, hormônio conhecido tradicionalmente por suas funções no parto e na lactação, é um importante regulador das emoções e do comportamento social, tanto em machos quanto em fêmeas.(SHH) Fonte: Waldherr M, Neumann ID (2007). Centrally released oxytocin mediates mating-induced anxiolysis in male rats. Proc Natl Acad Sci USA 104, 16681-16684.

SEXUALIDADE

SEXUALIDADE A distinção do que é normal ou não é uma questão muito delicada. Nesse sentido, a psiquiatria está muito envolvida, não para definir a normalidade, mas para estar em contato com as pessoas que não se consideram assim e sofrem por isso. Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem três tipos de transtornos da sexualidade. Os relacionados à personalidade (transexuais, por exemplo), os de preferência (como pedofilia, exibicionismo, voyeurismo, fetichismo, necrofilia e sadomasoquismo) e as disfunções sexuais (disfunção erétil, ejaculação precoce, falta de desejo e dificuldade para o orgasmo, entre outros). A psiquiatria trata das disfunções de causa emocional. O homem ou a mulher podem ter dificuldades na cama por conta de bloqueios emocionais, como depressão ou ansiedade. Então, quando se tratar? A partir do momento em que o individuo, seu parceiro ou a sociedade sofre com o comportamento. Freud, há mais de um século, creditou à sexualidade uma importância muito g