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Mostrando postagens com o rótulo persistir

Vencer é sempre sua decisão

Nunca haverá o momento perfeito na vida para realizar algo grande.  Se ficar esperando pelo momento perfeito, ele nunca vai chegar. Você sabe o que fazer? Crie o momento, oportunidade e ocasião perfeitos...  Mas muita gente se conforma. Param de crescer, de desejar algo, ficam satisfeitas. Pessoas com empregos que não gostam, que as fazem mal. Ao não correr atrás de seu objetivo, você comete um suicídio espiritual. Quando você tenta alcançar seus objetivos... E sai da sua zona de conforto, você descobre talentos e habilidades, que nem imaginava ter. Quando o tempo ruim chegar, o que você vai fazer? O que vai te manter no jogo? Existem conselhos que você considera inúteis, mas pode precisar deles um dia, e isso pode acabar salvando sua vida. Você só cresce ao encarar aquilo que não domina. Do que você desistiu? Do que se convenceu ser incapaz? Não espere seu vizinho, amigos ou seus pais fazerem, algo por você, a oportunidade que você tem. Se esperar por eles nunca vai conseguir.

Quimera

A vida é feita de sonhos. Há 30 anos, de um parto sofrido nascia Argemira, sem choro, à luz de velas. Muito sua mãe sofreu nesse parto, que em seu casebre concebeu. Cresceu lentamente, tão raquítica e delicada. E seus primeiros passinhos demoraram a acontecer. Falar algumas palavras, somente depois dos 7 anos de idade. Na escola, caçoada, tão tímida e isolada, não conseguia aprender. Menina estranha, acuada, simplesmente não aprendia nada. Frequentou, sim, até a 4®série. Mas a escola abandonou, tamanho constrangimento por nada aprender. E cabe aqui parentesar. Quem abandonou quem? Então os anos correram. Argemira, humilde, não obstante batalhadora, sempre em casa, solitária, sonhadora. O sonho? Aprender. Argemira nunca esqueceu o contato que teve com as palavras escritas. Guarda, ainda, seu caderninho de caligrafia. Todos os dias, lá no mesmo casebre que um dia a recebeu em um rasgo purpúreo, senta-se na mesinha capenga da cozinha. À luz enfumaçada do lampião, Argemira tenta ler