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Mostrando postagens com o rótulo perseverança

O que há de mais Sevagem....

Baseado e adaptado do livro de James Fenimore Cooper o filme “O Último dos Moicanos” é uma obra que retrata batalhas durante a guerra dos sete anos entre ingleses e franceses. Mais do que isso, é uma bela obra, que desperta Sentimentos . Trata da solidariedade e perseverança vivida por um grupo de pessoas de origens bastante diferentes durante o processo de formação dos Estados Unidos da América no século XVIII. Duas jovens precisam atravessar o território americano dominado pelos franceses, durante a Guerra dos Sete Anos. Para tanto, contam com a companhia de um oficial inglês, dois índios ( pai e filho ) e um homem “branco” criado por essa tribo. Esses dois índios moicanos são os últimos representantes de valorosa tribo e sua dignidade irá influenciar os rumos da trama. Caminhando por paisagens inóspitas, eles vão descobrir o que há de mais selvagem e mais civilizado nas próprias relações humanas . Desde a concepção e crescimento no útero materno, a vida trava batalhas e

A arte de Engatinhar

"O que diferencia os bem sucedidos dos medíocres é, em grande parte, a capacidade de olhar criticamente o mundo que o cerca, tomar decisões sabendo dos possíveis riscos e agir com perseverança e coragem para mudar o rumo quando necessário." Desde a concepção e crescimento no útero materno, a vida trava batalhas e desafios. Tornar-se um ser, crescer e sobreviver, até mesmo ao nascimento, é o nosso primeiro desafio de persistência. Engatinhar exige esforço, vontade, querer ir a algum lugar. Caminhar exige equilíbrio, duramente conseguido para dar o primeiro passo, onde a coragem para encarar esse desafio é preponderante. Correr, andar de bicicleta ou patins são apenas alguns exemplos de aprendizagens em nossa vida. No início não sabemos como fazer, mas a perseverança e vontade de aprender nos levam ao caminho desejado. Há que se considerar que o principal fator para transformações, perseverança, coragem ou qualquer tipo de sentimento está no próprio indivídu

Perseverare

Adebayo sentia-se infeliz. Reclamava constantemente da infelicidade que tomava conta de seus dias. " Não sou triste. Sou uma pessoa infeliz. Nada me satisfaz ou faz graça". Já passou por tantos fracassos e tantas desilusões que não acredita em seu potencial. Nunca conseguiu nada que tenha almejado, pessoal, profissional ou socialmente. Perdeu a noção de quantas vezes sonhou e viu tudo desmoronar. Sempre construiu castelos que ruiram, um após outro. Tornou-se um descrente de si mesmo. Vivia perdido em devaneios de auto-comiseração e intitulava-se flagelado na alma. Seu discurso fazia lembrar o poema de Álvaro de Campos , " Passagem das Horas ": "Trago dentro do meu coração,  Todos os lugares onde estive,  Todos os portos a que cheguei,  Todas as paisagens que vi... E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero..... ....Experimentei mais sensações do que todas as sensações que senti,  Porque, por mais que sentisse,

A Força do Amor

Uma garotinha esperta de apenas seis anos de idade, ouviu seus pais conversando sobre seu irmãozinho mais novo. Tudo que ela sabia era que o menino estava muito doente e que estavam completamente sem dinheiro. Iriam se mudar para um apartamento num subúrbio, no próximo mês, porque seu pai não tinha recursos para pagar as contas do médico e o aluguel do apartamento. Somente uma intervenção cirúrgica muito cara poderia salvar o garoto, e não havia ninguém que pudesse emprestar-lhes dinheiro. A menina ouviu seu pai dizer a sua mãe chorosa, com um sussurro desesperado: somente um milagre poderá salvá-lo. Ela foi ao seu quarto e puxou o vidro de gelatina de seu esconderijo, no armário. Despejou todo o dinheiro que tinha no chão e contou-o cuidadosamente, três vezes. O total tinha que estar exato. Não havia margem de erro. Colocou as moedas de volta no vidro com cuidado e fechou a tampa. Saiu devagarzinho pela porta dos fundos e andou cinco quarteirões até chegar à farmácia. Es

Escolhas da vida

Suponha que lhe aconteceu, o que me aconteceu. Recebi da Espanha um chaveiro de metal. Já era importante por ser um presente. Percebendo o peso e a cor, conclui sem pestanejar: É de prata! Feliz da vida coloquei nele as chaves do meu carro e passei a desfrutar da pequena jóia. Acresce que, além do lado liso e brilhante, o outro lado trazia um baixo relevo, que a tornava verdadeira obra de arte. O prazer com que passei a usá-lo está na origem do que vim a sentir, meses depois. Certa manhã fui pegar o chaveirinho de prata na garagem do meu prédio. Sabe, a necessidade de manobras... E foi então que recebi o choque.. Custei a me recuperar. Não havia sido roubado, não! Talvez tenha sido pior. A parte de trás estava inexplicavelmente des-cas-ca-da! O amarelo vivo do latão, metal amarelo, acusava uma decepção. O desapontamento tomou conta de mim. Fiquei paralisado por alguns momentos. Aí olhei o lado da frente. Estava em ordem. Tive, então, um estalo. Olhar o lado descascado me causava desp

Persévérance

Baseado e adaptado do livro de James Fenimore Cooper o filme “O Último dos Moicanos” é uma obra que retrata batalhas durante a guerra dos sete anos entre ingleses e franceses. Mais do que isso, é uma bela obra, que desperta Sentimentos . Trata da solidariedade e perseverança vivida por um grupo de pessoas de origens bastante diferentes durante o processo de formação dos Estados Unidos da América no século XVIII. Duas jovens precisam atravessar o território americano dominado pelos franceses, durante a Guerra dos Sete Anos. Para tanto, contam com a companhia de um oficial inglês, dois índios ( pai e filho ) e um homem “branco” criado por essa tribo. Esses dois índios moicanos são os últimos representantes de valorosa tribo e sua dignidade irá influenciar os rumos da trama. Caminhando por paisagens inóspitas, eles vão descobrir o que há de mais selvagem e mais civilizado nas próprias relações humanas . Desde a concepção e crescimento no útero materno, a vida trava batalhas e desa