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Mostrando postagens com o rótulo discriminação

O medo das diferenças

“... Lekh me entregava um pássaro pintado, mandando que eu o apertasse de leve nas mãos. Cedo seus gritos atraíam companheiros da mesma espécie, que se punham a revoar sobre nossas cabeças. Vendo-os, o prisioneiro debatia-se gritando ainda mais; e o coração trancado no peito recém pintado batia violentamente. Quando o número de pássaros era suficiente, Lekh fazia-me sinal para soltar o prisioneiro. Livre e feliz, lançava-se para o alto, contra o céu cinzento, mergulhando na revoada escura de seus irmãos. Por um instante, a surpresa tolhia os pássaros. A mancha colorida voava em meio ao bando, tentando convencê-los de que lhe pertencia. Mas, confundidos pela plumagem brilhante, os outros o rodeavam incrédulos e quanto mais o pássaro pintado tentasse incorporar-se ao bando, mais o rejeitavam. Logo, um depois o outro, começavam a atacá-lo arrancando-lhe as penas multicores, até fazer-lhe perder as forças precipitando-o ao chão. Esses incidentes aconteciam com freqüência, e, geralme

Solidariedade, Amizade e Amor ao próximo

EspiritosEvoluidos View more presentations or Upload your own. POIS É.....QUANDO PRESENCIAMOS OU OUVIMOS FALAR DE FATOS ASSIM, COMO ESSE QUE ACONTECEU NAS OLIMPIADAS, VALE SEMPRE QUESTIONAR: QUEM É DEFICIENTE? ELES OU NÓS? A SOCIEDADE DISCRIMINA E EXCLUE!!!!!

O desafio do estigma

Um dos principais obstáculos para o sucesso do tratamento e controle das doenças mentais é o estigma associado às mesmas. Esse estigma leva a uma grande discriminação que exacerba desnecessariamente os problemas destas pessoas. Tal discriminação limita a quantidade de recursos para o tratamento, a disponibilidade de abrigo, as oportunidades de trabalho, e a interação social, problemas que refletem em um estigma ainda maior associado às doenças. O estigma leva a equívocos freqüentes na mídia, que ajudam a perpetuar estereótipos negativos. O estigma não afeta apenas as pessoas com a doença, mas também seus familiares, tutores e profissionais de saúde. Conforme um levantamento feito nos Estados Unidos, mesmo após cinco anos de vida normal e trabalho duro, um ex-doente mental foi menos aceito pela sociedade do que um ex-criminoso. As atitudes populares ao redor da doença mental estão muito arraigadas e se refletem na linguagem estigmatizante que geralmente é usada para de