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Mostrando postagens com o rótulo aprendizado

Believe - isso também passará

Um dervishe, depois de uma árdua e longa viagem através do deserto, chegou por fim à civilização. O povoado se chamava Colinas Arenosas e era quente e seco. Não havia muito verde, exceto feno para o gado e alguns arbustos. As vacas eram o principal meio de vida das pessoas de Colinas Arenosas. O dervishe perguntou educadamente a alguém que passava se havia algum lugar onde poderia encontrar comida e abrigo para aquela noite. – Bem, disse o homem coçando a cabeça – não temos um lugar assim no povoado, mas estou certo de que Shakir ficará encantado de lhe brindar com sua hospitalidade esta noite. Então o homem indicou o caminho da fazenda de propriedade de Shakir, cujo nome significa “o que agradece constantemente ao Senhor”. No caminho até a fazenda, o dervishe parou perto de um pequeno grupo de anciões que estavam fumando cachimbo e eles confirmaram a direção. Eles disseram que Shakir era o homem mais rico da região. Um dos homens disse que Shakir era dono de mais de mil vacas.

O dom de ser capaz e feliz

A capacidade de ser feliz, amar e viver plenamente está dentro de você. Cada situação vivida é uma grande oportunidade de aprendizado e de reescrever sua história. Se você gosta de música e poesia uma boa oportunidade é ouvir essa bela melodia. Ando devagar... ...porque já tive pressa E levo esse sorriso... .. porque já chorei demais Hoje me sinto mais forte, mais feliz quem sabe Só levo a certeza de que muito pouco eu sei Ou nada sei Conhecer as manhas e as manhãs, O sabor das massas e das maçãs, É preciso amor pra poder pulsar, É preciso paz pra poder sorrir, É preciso a chuva para florir. Penso que cumprir a vida seja simplesmente... ...compreender a marcha e ir tocando em frente Como um velho boiadeiro levando a boiada Eu vou tocando dias pela longa estrada... ... eu vou Estrada eu sou Conhecer as manhas e as manhãs, O sabor das massas e das maçãs, É preciso amor pra poder pulsar, É preciso paz pra poder sorrir, É preciso a chuva para florir. Todo mun

Sopram ventos

"Às vezes ouço o vento passar; E só de ouvir o vento passar, Vale a pena ter nascido"                                        Fernando Pessoa Um fazendeiro possuía terras em uma região muito fértil, porém sujeita a tempestades terríveis. Ele constantemente anunciava estar precisando de empregados, mas a maioria das pessoas estava pouco disposta a trabalhar em fazendas daquela região, pois temiam as horrorosas tempestades que faziam estragos nas construções e nas plantações. Procurando por novos empregados, ele recebeu muitas recusas. Finalmente, um homem baixo e magro, de meia-idade, se aproximou do fazendeiro. - Você é um bom lavrador? Perguntou o fazendeiro. - Bem, eu posso dormir enquanto os ventos sopram. -respondeu o pequenino homem. Embora confuso com a resposta, o fazendeiro, desesperado por ajuda, o empregou. O pequeno homem trabalhou bem ao redor da fazenda, mantendo-se ocupado do alvorecer até o anoitecer e o fazendeiro estava satisfeito com o trabalho do empregado

A conquista do Segredo

Um dos maiores segredos não é tão dificilmente desvendável, embora seja procurado ou desejado por todos os seres humanos. Quem ainda não foi questionado por alguém, provavelmente já fez em algum momento esse autoquestionamento. Afinal, qual é o segredo para a Felicidade? Creio que a felicidade seja algo bastante simples. Alguns são capazes de encontrar o segredo da felicidade em um despertar pela manhã, pelo simples fato de estar diante de mais um dia cheio de novas oportunidades de aprendizagem e evolução pessoal. Outros conseguem a felicidade no delicioso cheiro de um café recém-feito, acompanhado de um pedaço de pão ou bolo, sentado confortavelmente, sem qualquer pressa, apenas para deliciar cada nota de cheiro ou sabor. Ou ainda na beleza das flores, principalmente com seu perfume exalado na evaporação do orvalho. Outros sentem que a felicidade é poder viver um grande amor ou ainda ter uma família unida, com sentimentos de paz, harmonia e companheirismo. Muitos acham que o

Quimera

A vida é feita de sonhos. Há 30 anos, de um parto sofrido nascia Argemira, sem choro, à luz de velas. Muito sua mãe sofreu nesse parto, que em seu casebre concebeu. Cresceu lentamente, tão raquítica e delicada. E seus primeiros passinhos demoraram a acontecer. Falar algumas palavras, somente depois dos 7 anos de idade. Na escola, caçoada, tão tímida e isolada, não conseguia aprender. Menina estranha, acuada, simplesmente não aprendia nada. Frequentou, sim, até a 4®série. Mas a escola abandonou, tamanho constrangimento por nada aprender. E cabe aqui parentesar. Quem abandonou quem? Então os anos correram. Argemira, humilde, não obstante batalhadora, sempre em casa, solitária, sonhadora. O sonho? Aprender. Argemira nunca esqueceu o contato que teve com as palavras escritas. Guarda, ainda, seu caderninho de caligrafia. Todos os dias, lá no mesmo casebre que um dia a recebeu em um rasgo purpúreo, senta-se na mesinha capenga da cozinha. À luz enfumaçada do lampião, Argemira tenta ler

Crepúsculo Mental

E quem ainda pode afirmar que a história familiar não tem influências sociais? Tudo começa na infância. Tudo, certamente tudo, tem uma grande significação para a criança. Toda criança, em seu desenvolvimento, tem a mente aberta ao aprendizado. E é nesse ponto que as questões começam pesar. Se essa criança vive em um lar estruturado, ambiente saudável, poderá desenvolver seu maior potencial e tornar-se um adulto íntegro, de bom caráter, seguro, disposto a encarar todas as situações da vida da forma mais tranqüila. _________________________________________________________ Lindor nasceu e seu pai morreu, tinha apenas 1 mês de vida. Sua mãe, uma senhora respeitadíssima, mais puritana impossível. Entre os 10 a 12 anos de idade Lindor sofreu abusos físicos e sexuais de um menino que era seu vizinho. Acabou se acostumando à situação. Lindor cresceu e tornou-se um cidadão respeitável. Aparentemente uma pessoa normal. Ninguém, absolutamente ninguém, sabe o que se passa na mente de Li

De nossas questionáveis posses

Convenhamos, com lucidez, que ninguém é dono de nada, nem de ninguém. A posse de bens materiais é temporária, fugaz. Da mesma forma a convivência com alguém querido também é muito passageira. Num instante, estamos separados por motivos de origem variada. Aliás, cada um de nós terá que construir, individualmente, embora no aprendizado da convivência comum e coletiva, a própria segurança interior. A vida é sábia e coloca-nos neste patamar de aprendizado e aprimoramento. Mas não somos donos de nada. Tudo que julgamos possuir, na verdade, nos é cedido por um determinado tempo. Esta visão abrangente deveria livrar-nos dos prejuízos decorrentes da paixão e do apego. Ambos costumam nos causar cegueira diante das situações. Mas face à fragilidade que todos carregamos, somada na maioria das vezes pela imaturidade emocional ou psicológica, e pela alta dose de egoísmo que ainda caracteriza o comportamento humano, vamos dando nossas “trombadas” que causam sofrimentos, a nós e outrem. Referido sen

Borboletas que voaram...

No século XI, exatamente entre 1024 e 1033 D.C., em Cluny, França,  instituiu-se a comemoração dos mortos em 2 de Novembro, estabelecendo a ligação deste dia ao chamado dia de todos os os santos. O dia de todos os santos foi criado pela Igreja Católica Romana em 835 D.C. e comemorado no dia 1 de novembro em honra dos mortos, mas foi o abade beneditiano Odílio (962-1049 D.C.), de Cluny, que modificou e substituiu o tal dia de finados, que seria um dia reservado às orações pelas almas no purgatório. O dia de finados começou a ser aceito por Roma em 998 D.C., juntamente com a celebração do dia de todas as almas, e foi oficializado no início do século XI, sendo cristalizado já no século XX. A festa dos espíritos era celebrada pelos celtas em 1 de Novembro. Nessa data os celtas ofereciam sacrifícios para libertar os espíritos que eram aprisionados por Samhain , o príncipe das trevas. O império romano também absorveu o dia de pomona , dos gauleses, transformando as duas festas numa só. Po

Meu avô já dizia....

Lembro-me, lá na minha infância, de meu avô paterno: "boca fechada não entra mosquito e não fala bobagem". Quem fala muito não ouve. As pessoas encontram uma dificuldade muito grande no silêncio. Parecem fugir de seus barulhos interiores. Basta observar duas pessoas em uma sala de espera. O silêncio torna-se algo constrangedor. Soa até como arrogância alheia, como algo ofensivo. Que se faz então? A opção mais óbvia: falar bobagens e futilidades. Começa, então, a disputa pelo ouvido alheio, afinal todo mundo quer ser ouvido. Mas, o aprendizado do ouvir não se encontra na escola. Assim como, também, o que se pronuncia.  Ouvir é muito bom. Oferece-nos oportunidades e aprendizagens incríveis.  A vida tem que ser baseada em nossos 5 sentidos fundamentais, através dos quais conseguiremos aprender, filtrando o que nos faz evoluir como indivíduos.  "Eu não procuro saber as respostas, procuro compreender as perguntas." Confúcio

Escada da vida

Há muitas pessoas que têm o hábito de se preocupar constantemente. E essa preocupação incessante, muitas vezes, domina todos os segundos de seu dia. Quase nunca estão livres de um ou de muitos problemas, de uma ou de várias doenças. O excesso de preocupações transparece no rosto. Deixa as pessoas como que hipnotizadas ou petrificadas, com dificuldade para sorrir, relaxar, aproveitar a vida. A preocupação com elas próprias e com o que têm a esclarecer é tão grande que não lhes sobra tempo para viver. Só falam de si, só lhes interessa o que se passa com elas e acabam ensimesmadas. Mas, afinal, em que direção devemos caminhar ? Para quem fazemos as coisas? Como nos comportamos quando os esforços que empreendemos parecem em vão? A diferença entre as pessoas reside na maneira como se deixam tocar pelos acontecimentos. Como podemos lidar com as frustrações e o que aprendemos a partir destas experiências vividas.

NÃO - pequena palavra com grande poder

Você costuma dizer "não" aos seus filhos? Considera fácil negar alguma coisa a essas criaturinhas encantadoras e de rostos angelicais que pedem com tanta doçura? Não é fácil dizer não aos filhos, principalmente quando temos os recursos para atendê-los. Afinal, nos perguntamos, o que representa um carrinho a mais, um brinquedo novo se temos dinheiro necessário para comprar o que querem? Por que não satisfazê-los? Se podemos sair de casa escondidos para evitar que chorem, por que provocar lágrimas? Se lhe dá tanto prazer comer todos os bombons da caixa, por que fazê-lo pensar nos outros? E, além do mais, é tão fácil e mais agradável sermos "bonzinhos"... O problema é que ser pais é muito mais que apenas ser "bonzinho" com os filhos. Ser pais é ter uma função e responsabilidade sociais perante os filhos e perante a sociedade em que vivemos. Portanto, quando decidimos negar um carrinho a um filho, mesmo podendo comprar, ou sofrendo por lhe dizer "nã