SEXUALIDADE



SEXUALIDADE



A distinção do que é normal ou não é uma questão muito delicada. Nesse sentido, a psiquiatria está muito envolvida, não para definir a normalidade, mas para estar em contato com as pessoas que não se consideram assim e sofrem por isso.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem três tipos de transtornos da sexualidade. Os relacionados à personalidade (transexuais, por exemplo), os de preferência (como pedofilia, exibicionismo, voyeurismo, fetichismo, necrofilia e sadomasoquismo) e as disfunções sexuais (disfunção erétil, ejaculação precoce, falta de desejo e dificuldade para o orgasmo, entre outros). A psiquiatria trata das disfunções de causa emocional. O homem ou a mulher podem ter dificuldades na cama por conta de bloqueios emocionais, como depressão ou ansiedade.

Então, quando se tratar? A partir do momento em que o individuo, seu parceiro ou a sociedade sofre com o comportamento.
Freud, há mais de um século, creditou à sexualidade uma importância muito grande no desenvolvimento da personalidade e na forma como ele encarava as relações sociais. Para ele, “a libido estava em todas as atividades humanas e era ela a responsável pelo sucesso ou não de uma pessoa, em vista de que com mais libido o indivíduo se empenharia mais, seria mais competente e interessante, ao passo que pessoas com baixa libido seriam pouco evidentes, empenhadas e não conseguiriam satisfazer suas necessidades”.

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