Pular para o conteúdo principal

Sem medo de procurar ajuda

No mundo existem 400 milhões de pessoas que sofrem transtornos mentais ou problemas psicossociais como aqueles relacionados com o abuso do álcool e de drogas.
De cada quatro pessoas atendidas nos serviços de saúde, ao menos um é diagnosticado por estes transtornos. Mas existem sérios problemas de falta de diagnóstico e tratamento adequado, sobretudo em relação à depressão.
Ainda que num princípio se poderia entender como saúde mental só aquilo relacionado com transtornos ou problemas psicológicos, a verdade é que a perspectiva é bem mais ampla. De fato, problemas derivados da forma de vida que caracteriza as sociedades atuais são consideradas hoje em dia como uma parte essencial da saúde mental. É o caso, por exemplo, do ESTRESSE. O fato de que transtornos de ansiedade, o estresse e outros mal-estares psicológicas se tenham convertido na primeira causa de baixa trabalhista deixa poucas dúvidas a respeito de sua crescente importância.
As doenças e mal-estares relacionados com a saúde mental são enormemente heterogêneos e afetam a todos os setores sociais e biológicos da sociedade, sendo, assim, desde as doenças próprias da idade infantil, que se manifestam desde temporã idade (dislexia, autismo, síndrome de atendimento, etc) até doenças próprias de idades adultas (demência senil), passando por problemas genéticos ou doenças com um componente psicossocial: alcoolismo, depressão, estresse, ansiedade, etc.
Isto sem esquecer as doenças mais tradicionais neste âmbito, como as DOENÇAS PSICOSSOMÁTICAS ou a DEPRESSÃO, entendida como estado de ânimo caracterizado por uma tristeza profunda e sem motivo que produz uma de cada quatro consultas médicas, e doenças relacionadas com o álcool, que afetam cinco a um dez por cento da população mundial, segundo países. Além disso, é o causador de muitas baixas trabalhistas.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Velhos Tempos

Tudo muda.... Houve um tempo em que se pedia “a benção” aos pais quando se acordava pela manhã ou se deitava para dormir, assim como antes de sair de casa. Hoje os filhos nem sabem o que significa pedir “a benção”, Afinal mal falam bom dia ou boa noite. E para sair de casa nem precisam falar aonde vão. Um filho, nesse tempo, referia-se aos pais ou pessoas mais velhas como “Sr” e “Sra”. Hoje os filhos se referem aos pais ou pessoas mais velhas como “Você”, Afinal nem sabem o significado de um pronome de tratamento respeitoso. Houve um tempo que não se falava enquanto adultos estivessem falando. Hoje os filhos falam enquanto os pais se obrigam a ficar quietos, Afinal nem sabem o que é ouvir. Os filhos, certamente, compreendiam o olhar recriminador de seus pais. Hoje se um pai lança um olhar recriminador ao filho, Passará despercebido ou ouvirá: “que cara feia é essa, velho?” Houve um tempo em que um filho pedia, por favor, ou “eu posso?” Hoje um filho não pede, por favor, e

Vivemos esperando

Novamente estamos nos aproximando de mais um final de ano. É impressionante como o tempo está passando rápido. Diria mesmo que está "voando". Essa constatação nos faz refletir sobre aquele velho dito popular: "Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje". Seja feliz, não espere que amanhã seja melhor. Torne hoje seu dia o melhor. Não perca tempo com situações estressantes. Não dê atenção àquilo que bloqueia sua felicidade. Não crie dificuldades para sua felicidade. Ser feliz é muito fácil, mais fácil ainda é impedir que aconteça. O tempo passa e você vai viver esperando o que? Dias melhores

Legado de miséria

D. Cacilda é uma senhorinha octogenária, muito frágil e humilde, mãe de nove filhos. Conseguiu, sob todas as dificuldades, torná-los homens e mulheres adultos. E com sua sabedoria ensinou-lhes as coisas certas da vida e o que é bom ou ruim. Seus filhos, todos casados, com suas ocupações e trabalhos, vivem correndo. D. Cacilda tem também muitos netos, talvez mais de 30, dentre os quais muitos já adultos e até casados. Mas, infelizmente, apesar dessa família tão numerosa de D.Cacilda, não escapa a senhorinha à solidão. D. Cacilda já se faz viúva há alguns anos e vive solitária em sua casinha, a relembrar de seus longos e passados anos ao lado de seu amado e companheiro marido. Sua modesta casa sempre foi o lar acolhedor para qualquer pessoa. E nunca houve quem ali não se sentisse confortado. Mas a vida tem seu ciclo. D.Cacilda, já tão frágil caiu doente, de cama, totalmente debilitada e dependente. Os anos pesaram em seus ombros já bastante arqueados. Mas que bom, ela tem tanto