Pular para o conteúdo principal

A metamorfose da vida

Impressionante a quantidade de pessoas que vivem frustradas e insatisfeitas nos mais variados contextos de sua vida. Não conseguem agir ou proporcionar qualquer mudança. Vivem dia após dia como coadjuvantes da própria vida, com sentimentos amargos e emoções perdidas em lacunas. Sofrem, angustiam-se, adoecem.


As mudanças, muitas vezes, não são algo tão longe ou impossível. Mas falta coragem de encarar uma realidade que pode ser muito dolorosa, ou seja, ter que valorizar mais de si mesmo. A realidade de erguer os olhos, encarar o horizonte e acreditar.

 

 "Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses"

Rubem Alves

Comentários

Caro amigo

É esta mudança continua
que faz a vida continuar
a ter sentido.
Quem não consegue vê-la
perde o seu sentido
e o seu encanto.

Que haja em ti sempre sonhos
por sonhar.
é, meu amigo. O que mais dói, é que cada vez mais esse é o comportamento aceitável. Incentivado. Um verdadeiro exército de salvadores da vida e alma alheia, prometendo a felicidade em garrafas de poções milagrosas, em troca de poder e pre$tígio.

E, no entanto, só precisávamos baixar a cabeça e chorarmos. Por nós mesmos. Até sermos donos e nossas almas e vidas. Por mérito e coragem.

Pra variar, outro excelente post.

Abraços
(PS - tô gostando de ver a frequência dos posts rsrs)
Penélope disse…
Fez-me lembrar de RUBEM ALVES quando ele fala das borboletas em seu livro GESTOS POÉTICOS - A SEDUÇÃO DE GANDHI.
Grande abraço
Jorge disse…
Muita vez, nem somos coadjuvantes, pois não vivemos, apenas sobrevivemos. A mudança é necessária , mas precisa-se da consciência para a mudança. E como despertar a consciência?

Grande amigo, um forte abraço!!!
Guria Faceira disse…
ola guri
é por isso q eu prefiro ser esta metamorfose ambulante
claro q existem momentos em q nos encontramos meio down mas isso server sempre pra nos fortalecer e naum para nos prender
sejamos como as belas borboletas

bjão meu rico
Jackie Freitas disse…
Oi meu querido PD!!
Estou um "cadinho" atrasada, mas não podia deixar de vir aqui, pois é sempre um prazer fazer excelentes leituras e reflexões com você!
Bem, esse é um assunto que gosto muito de tratar!
Sempre vejo as pessoas questionando as razões da própria felicidade ou infelicidade, normalmente culpando aos outros e nunca são capazes de olharem para si mesmas. Difícil perceberem que se cruzarmos os braços e pararmos no meio do caminho para apenas lamentar, lamentar; jamais promoveremos as mudanças necessárias para que saíamos de um ponto em direção ao outro! Caminhar é preciso, viver mais ainda!
Adorei, como sempre!! Parabéns!
Grande beijo,
Jackie
PD, é claro que as mudanças são difíceis. Temos uma tendência aà inércia. O passado tem uma forte tendência de nortear as ações e barrar o progresso. Mas é preciso romper barreiras.
Grande abraço!
Pili Ruiz disse…
Hola amigo, muchas gracias por susbcribirte a mi blog. La gente vive infeliz porque no ha comprendido aún, el verdadero sentido de la vida...Que nos otro que aprender con las experiencias para nuestra Evolución Espíritual.

Un cálido abrazo

^____Pili____^

Postagens mais visitadas deste blog

Velhos Tempos

Tudo muda.... Houve um tempo em que se pedia “a benção” aos pais quando se acordava pela manhã ou se deitava para dormir, assim como antes de sair de casa. Hoje os filhos nem sabem o que significa pedir “a benção”, Afinal mal falam bom dia ou boa noite. E para sair de casa nem precisam falar aonde vão. Um filho, nesse tempo, referia-se aos pais ou pessoas mais velhas como “Sr” e “Sra”. Hoje os filhos se referem aos pais ou pessoas mais velhas como “Você”, Afinal nem sabem o significado de um pronome de tratamento respeitoso. Houve um tempo que não se falava enquanto adultos estivessem falando. Hoje os filhos falam enquanto os pais se obrigam a ficar quietos, Afinal nem sabem o que é ouvir. Os filhos, certamente, compreendiam o olhar recriminador de seus pais. Hoje se um pai lança um olhar recriminador ao filho, Passará despercebido ou ouvirá: “que cara feia é essa, velho?” Houve um tempo em que um filho pedia, por favor, ou “eu posso?” Hoje um filho não pede, por favor, e

Vivemos esperando

Novamente estamos nos aproximando de mais um final de ano. É impressionante como o tempo está passando rápido. Diria mesmo que está "voando". Essa constatação nos faz refletir sobre aquele velho dito popular: "Não deixe para amanhã o que pode fazer hoje". Seja feliz, não espere que amanhã seja melhor. Torne hoje seu dia o melhor. Não perca tempo com situações estressantes. Não dê atenção àquilo que bloqueia sua felicidade. Não crie dificuldades para sua felicidade. Ser feliz é muito fácil, mais fácil ainda é impedir que aconteça. O tempo passa e você vai viver esperando o que? Dias melhores

Legado de miséria

D. Cacilda é uma senhorinha octogenária, muito frágil e humilde, mãe de nove filhos. Conseguiu, sob todas as dificuldades, torná-los homens e mulheres adultos. E com sua sabedoria ensinou-lhes as coisas certas da vida e o que é bom ou ruim. Seus filhos, todos casados, com suas ocupações e trabalhos, vivem correndo. D. Cacilda tem também muitos netos, talvez mais de 30, dentre os quais muitos já adultos e até casados. Mas, infelizmente, apesar dessa família tão numerosa de D.Cacilda, não escapa a senhorinha à solidão. D. Cacilda já se faz viúva há alguns anos e vive solitária em sua casinha, a relembrar de seus longos e passados anos ao lado de seu amado e companheiro marido. Sua modesta casa sempre foi o lar acolhedor para qualquer pessoa. E nunca houve quem ali não se sentisse confortado. Mas a vida tem seu ciclo. D.Cacilda, já tão frágil caiu doente, de cama, totalmente debilitada e dependente. Os anos pesaram em seus ombros já bastante arqueados. Mas que bom, ela tem tanto